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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Quando eu Chorar - Bruna Karla




Deus, meu Deus

Tudo está tão difícil pra mim
Deus, meu Deus
Muitos me perguntam: Onde tu estás?
Dentro de mim
Minha alma se abateu
Mas Tua mão contudo me escondeu
Em Tua presença, oh Deus
Refrão:
Quando eu chorar, vou me lembrar
Que até aqui, Tua mão me sustentou
Digo a minha alma espera em Deus
Pois ainda O louvarei, eu O louvarei
(Repetir tudo)
Eu te louvarei, em meio a provação, em meio as lutas.
Eu te louvarei, eu te louvarei, venha o que vier.
Eu te louvarei, eu te louvarei
Louvarei, teu nome Senhor.






JÚNIOR

Exercises...

Eu, na terça-feira passada comecei a estudar de manhã, é eu sei logo no fim do trimestre ou melhor quase no final do ano. É que para a minha mãe as crianças se dedicam aos estudos mais de tarde do que de manhã, pois telas têm mais tempo...
Óbvio que não, bom teoricamente não, pois o mesmo tempo de 5:00 hs de tarde é de manhã, por isso eu discordo...
...É voltando ao assunto eu comecei a estudar de manhã e estou agora aprendendo equação, só que não uma equação simples, uma equação mais aprofundada e por isso eu não estou conseguindo me adaptar bem.
Meu professor de matemática (Sérgio) me passou uma prova que em certo ponto me confundiu... Em um problema o enunciado dizia:
Qual a soma de 3 números consecutivos que o resultado é equivalente a 30 ?
É no começo eu sei a lógica é 3x = 30
                                               x = 30 : 3    x = 10
Ou seja: Qual é o número? = 10
 Nããããããããããaaãoooo .   Como assim?
Quem conseguir fazer comente!!!


JÙNIOR
                                                       

sábado, 24 de setembro de 2011

Um pensamento que todos deveriam pensar.... aavaa!

É melhor ser rico e saudável do que pobre e doente ...
Olha o que eu vi num blog:
Pobre ao invés de fazer curativo bate prego na perna para ver se melhora!!
                                                 
                                   
                                                              kakakakakakakakaka



JÚNIOR

Os 6 mandamentos do preguiçoso!

1-Se vires alguém a descansar, ajuda-o;

2-Descansa de dia para poderes dormir à noite;

3-O trabalho é sagrado, por isso não lhe toques;

4-Calma… nunca ninguém morreu por descansar;

5-Quando sentires desejo de trabalhar senta-te e espera que isso te passe;

6-Não te esqueças que trabalho é saúde, por isso deixa o teu para os doentes

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Demoreei mas voltei!

Oi amiguinhois que se ligam no blog eu estive sem postar um tempinho, mas só Deus sabe por que, pois eu nem mesmo eu sei porque!

É estou de volta e avivado!

Bom Sabedoria para Vencer é o que eu procuro visitem o blog, comentem se gostarem sigam ajudem a obra de Deus eu faço isso, pois eu quero um avivamento de todos vcs que estão acabando ler isso
TCHAU TCHAU

JUNIOR

sábado, 10 de setembro de 2011

Lendo a palavra...

A ira nunca criará a cooperação permanente do outro



SABEDORIA PARA VENCER
Mike Murdock



JUNIOR

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Lendo a palavra...

Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência.
Tiago 1:3


JUNIOR

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Notícia


Três meninas suspeitas de participar de arrastões em lojas na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, foram encontradas na rua pela irmã de uma delas na quinta-feira. A jovem C. C. S. P., 14 anos, estava em um abrigo desde a última sexta-feira por ter participado dos delitos.
A irmã mais velha contou à polícia que encontrou o grupo por volta das 18h30 de ontem na rua Vergueiro, perto de onde trabalha. Ela tentou convencer a irmã a ir para casa, mas, diante da recusa de C. C. S. P., chamou a polícia. Os PMs apreenderam as adolescentes e as encaminharam para o 5º DP, de onde foram transferidas para o 78º DP, nos Jardins.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, as duas meninas em companhia de C. C. S. P. também são suspeitas de participar dos furtos na região. Uma delas tem 14 anos e outra, 11. A menor delas foi encaminhada para um abrigo, e as outras duas, para a Fundação Casa.

Saber responder !


"Certa vez eu estava passeando no pensamento e ouvi isso:

Por que perguntar se eu posso responder ?
Eu não sei
Então porque me perguntou se sabia perguntar?
Eu não sei
Então porque vc não me pergunta uma coisa que saiba?
Porque eu não sei!



Eu sou asssim só sei responder ....
Tá bom assim?
Não sei...

JUNIOR

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Família


A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimónio ou adoção. Nesse sentido o termo confunde-se com clã. Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco. Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes diretos. A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante as gerações.
Podemos então, definir família como um conjunto invisível de exigências funcionais que organiza a interação dos membros da mesma, considerando-a, igualmente, como um sistema, que opera através de padrões transacionais. Assim, no interior da família, os indivíduos podem constituir subsistemas, podendo estes ser formados pela geraçãosexo, interesse e/ ou função, havendo diferentes níveis de poder, e onde os comportamentos de um membro afetam e influenciam os outros membros. A família como unidade social, enfrenta uma série de tarefas de desenvolvimento, diferindo a nível dos parâmetros culturais, mas possuindo as mesmas raízes universais (MINUCHIN,1990).
Uma família brasileira
Alberto Eiguer, psicanalista francês, em seus livros “Um Divã para a Família” e "O Parentesco Fantasmático" estabelece alguns “organizadores” que orientam a escolha de parceiro. Para ele, os casamentos e, por extensão, a família, se estruturam por mecanismos inconscientes ligados às primeiras experiências de vinculação.
Alberto Eiguer edifica um modelo de vínculos intersubjetivos narcísicos e objetais, do qual emergirá a representação do antepassado que desperta identificações cheias ou ocas, estruturantes ou aniquiladoras. E assim, mostra que doravante faz-se necessário - se admitirmos que o sujeito utiliza-se do outro como defesa, como fonte e motor de seu imaginário - pensar a família em termos de "transgeração" e "mito familial". Afirma que “os objetos parentais constituem o núcleo do inconsciente familiar”, para o bem e para o mal, pensa o psiquiatra e psicanalista Cláudio Costa [1].
Para Eiguer, são três organizadores: 1) Escolha de objeto; 2) as vivências do “eu familiar” e sentimentos de pertença”; 3) o romance familiar, vivido na primeira infância, representando uma imagem idealizada dos pais.
Quanto ao primeiro item - “escolha de objeto” - haveria três modelos:
Uma família norte-americana
  1. Escolha objetal anaclítica, ou assimétrica: o homem ou a mulher buscam um parceiro que lhes forneça amparo e apoio (mãe ou pai da infância). É uma escolha alimentada pela pulsão de conservação e visa, antes de tudo, dominar a angústia de perda das figuras parentais. Haveria uma identificação mútua na perda e cada um idealiza o outro. De alguma forma, o casal se julga sabedor de como um deve sanar a falta do outro. Dois caminhos se oferecem:
a) defensivo: quando o homem escolhe uma mulher que é o oposto ao pai e vice versa; b) regressivo: quando se identifica, no parceiro, um sucedâneo da figura parental de identificação.
2. Escolha objetal narcisista, ou simétrica: Neste caso, a pessoa se liga a um parceiro que se assemelha: a) ao que se é; b) ao que se foi; c) ao que gostaria de ser; d) ao que possui uma parte do que se foi.
O vínculo se estabelece a partir de uma idéia de poder, orgulho, onipotência e ambição. Por exemplo: o parceiro seria alguém que seja difícil, a fim de se comparar com ele em força e em capacidade manipuladora. Há um jogo sadomasoquista na relação. Exemplo: uma pessoa, muito fechada, tímida e insegura se sente atraída pelo parceiro arrogante e sociável. É provável que uma das partes acabe desprezando a outra.
3. Escolha objetal edípica, ou dissimétrica: trata-se de uma escolha regida pela identificação madura e adulta ao pai do mesmo sexo.
Exemplos: a) um rapaz se casa com uma mulher que, de alguma forma, representa a mãe dele; b) casais que procuram o significado de sua relação amorosa, de interação homem-mulher, baseados nas vivências satisfatórias em suas famílias de origem.
As afirmações de Alberto Eiguer se basearam em pesquisas feitas durante anos, na França, com casais que procuraram terapia. As bases teóricas se fundamentam na teoriapsicanalítica do Complexo de Édipo e sua resolução – teoria esta colocada em cheque por inúmeros autores. Afinal, Freud viveu na época vitoriana e tinha, por modelo, a família estruturada pelo pai, mãe e filhos. Esse tipo de família, por incrível que pareça, somente foi definido por Littré, em 1869 (há menos de duzentos anos).
Aliás, é bom lembrar que a palavra "família" deriva do verbete latino "famulus" = 'domésticos, servidores, escravos, séquito, comitiva, cortejo, casa, família'.


JUNIOR